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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Reboco Caído 18 e 19


Recebi os novos números do seminal e fundamental Reboco Caído, sempre criativo e contundente. O 18 foi montado na base da colagem, formato sempre gostoso de ver, pois é a essência original dos fanzines. Ótimas montagens. O 19 apresenta as boas colaborações costumeiras, capa de Gazy Andraus; tira bem sacada de Alexandre Mendes; textos de Ivan Silva, Cleber Araújo, Renata Guadagnin, Renata Machado Setti, Diego El Khouri, Winter Bastos, Murilo Pereira Dias; entrevistas com a banda Sakhet e a escritora Giselle de Andrade; além de mais uma arte foda do talento Solano Gualda. E destacando que o Reboco voltou a ter página na net, agora no tumblr. Recomendável, sempre.

Contato: Fabio Barbosa, fsb1975@yahoo.com.br , http://rebococaido.tumblr.com




quinta-feira, 12 de setembro de 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Quadritos 10 e Nomes 1



Retomando a divulgação de zines, recebi duas obras editadas pelo Marcos Freitas. O QUADRITOS é um zine já com uma boa rodagem, são 26 anos de história. Após uma pausa, volta a ser editado e não é preciso falar muito sobre seu conteúdo, basta citar alguns autores das HQs publicadas neste número 10: Flavio Colin, Flavio Calazans, Joacy Jamys, Gazy Andraus... 40 páginas de alta qualidade. Já o NOMES tem uma interessante proposta, ser inteiramente dedicado a algum grande nome da arte. Neste nº 1, o homenageado é Pier Paolo Pasolini, e quem admira o trabalho do mestre italiano pode pedir correndo esse zine, é uma baita edição, 52 páginas em formatão dissecando vida e obra do diretor de Saló: biografia, filmografia, entrevistas, textos publicados em livros e revistas, até um capítulo de uma dissertação de mestrado. Como se não bastasse, traz ainda uma HQ abordando sua misteriosa morte, escrita pelo Marcos e ilustrada por Luciano Irrthum.



“Primeira tragédia: uma educação única, obrigatória e errada, que nos empurra para uma mesma arena em que temos de ter tudo a todo custo. Nessa arena nós somos empurrados para uma formação de guerra em que alguns carregam canhões e outros, porretes. Aqui nós temos a velha máxima de dar razão para os mais fracos. Mas o que eu estou dizendo é que, de alguma forma, todos são fracos, porque todos são vítimas. E todos são culpados, porque todos estão dispostos a jogar esse jogo assassino da possessão. Todos aprendemos a ter, possuir e destruir.” – Pier Paolo Pasolini