É O QUE É. E O QUE NÃO É.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

WERWOLF



WERWOLF é a nova empreitada do Ric Ramos, editor do Janela Poderosa. Este zine é o início de uma HQ sobre um excêntrico e irresponsável rockstar que, após mais uma noite inconsequente, vai ver tudo mudar...


Vamos aguardar os próximos capítulos pra saber o desenrolar dessa trama.

Contato: Ric Ramos - janelapoderosa@gmail.com - http://www.janelapoderosa.blogspot.com/

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

BOM DE BRIGA


Certa vez comprei uma briga.

Depois a revendi, baratinho, baratinho.

A fila dos interessados virava quarteirão.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

RIOFAN 2011 E OS FILMES QUE NÃO FORAM CENSURADOS


Felizmente, nem tudo foi censurado no RioFan 2011, festival de cinema fantástico que aconteceu mês passado no Rio de Janeiro. Cabe então um post sobre alguns destaques do festival. Apenas um relato breve sobre algumas boas obras que merecem ser vistas. O festival apresentou vários outros filmes interessantes, muitos não pude assistir, o que espero conseguir em futuras oportunidades.


A CHEGADA DE YURI LENNON A ALPHA 46 / YURI LENNON’S LANDING ON ALPHA 46
Suíça/Alemanha, 2010. De Anthony Vouardoux. 

A ficção científica é um gênero delicioso e proporciona histórias que, se bem construídas, atiçam nossa imaginação e nos levam a mundos fantásticos e situações incomuns, mas sempre guardando relações diretas ou indiretas com a realidade. Este foi o melhor curta que presenciei no festival. Uma história bem simples, mas muito criativa. Yuri Lennon é um astronauta que descobre como, por vezes, uma simples ação pode trazer imensuráveis conseqüências.



O OGRO
Brasil, 2011. De Márcio Júnior e Márcia Deretti. www.oogro.com.br

O Ogro é uma animação baseada em HQ desenhada por Júlio Shimamoto, um dos maiores gênios dos quadrinhos brasileiros. A HQ foi originalmente publicada na revista Calafrio em 1984, e marcou o lançamento de uma nova técnica no uso do claro-escuro desenvolvida pelo Shima. Quem já viu e curtiu as memoráveis ilustrações desse artista, certamente irá se emocionar em ver seu trabalho ganhar movimento e sonoridade. E como se já não bastasse esse momento mágico de ver tal arte projetada na tela grande, ainda tive a sorte de ganhar um cartaz autografado, artefato que será sem dúvida eternamente guardado. O filme ficou muito bem feito em todos os aspectos, essa iniciativa merece muitos aplausos. O único defeito é ser muito curto, pois ficamos querendo mais quando surgem os créditos. E esperamos que venham mais! Aliás, fica a idéia para que outros clássicos dos quadrinhos nacionais sejam adaptados, não só do Shimamoto, como dos diversos talentos espalhados por aí.



COMANDANTE TREHOLT E SUA TROPA DE NINJAS
Kommandør Treholt & ninjatroppen
Noruega, 2010. De Thomas Cappelen Malling. 
www.ninjatroppen.no

Uma bagaceira completamente sem noção produzida por um bando de malucos escandinavos. Quem assistir esse filme por acaso sem ter nenhuma informação sobre, vai jurar que foi feito nos anos 80. E a idéia é essa, resgatar aquela tosquice e criatividade dos 80, sacaneando todos os clichês da época e utilizando, inclusive, a mesma qualidade de imagem. Muita crítica política, situações absurdas e personagens caricatos. Diversão garantida em qualquer época, para todas as gerações.



A NOITE DO CHUPACABRAS
Brasil, 2011. De Rodrigo Aragão.  www.fabulasnegras.com

Rodrigo Aragão já tinha causado grande impacto com seu filme anterior, Mangue Negro. A utilização do gênero zumbis mesclada com a cultura brasileira foi uma grande sacada, e somado a isso a qualidade impressionante dos efeitos visuais, resultou no inevitável: Mangue Negro se transformou em Cult e, consequentemente, A Noite do Chupacabras foi o filme mais aguardado do RioFan. É uma grande satisfação quando vemos produções nacionais terem esse prestígio. E o melhor que tudo isso não é elogio de Galvão Bueno, ou seja, não é ufanismo barato. São filmes realmente bons; divertidos e de uma qualidade técnica impecável, no mesmo nível de produções estrangeiras e com recursos muito mais limitados. A Noite do Chupacabras sem dúvida atendeu às expectativas. A história é bem típica de outros filmes do tipo monstro que caça humanos, mas foi bem montada, apresentando algumas surpresas em seu desenrolar, com muita sangueira e personagens bizarros. É o horror invadindo as paisagens tupiniquins.




quinta-feira, 11 de agosto de 2011

APRESENTANDO



Não sou
Não tenho
Não uso
Não faço
Não quero
Não vou
Não sei
Não nego
Não fim
Assim
Proclamado como Todo

APENAS MAIS UM BIG BANG

Pensei em acabar com tudo
Mas de repente
Tive um surto criativo
Tão violento
Que acabei criando
O criador

Pérolas do Dicionário Aurélio

Amancebar-se – v.p. Viver em mancebia; amasiar-se

Mancebia – s.f. Estado de quem vive amancebado

Mancebo - s.m. Aquele que vive em mancebia

Amasiar-se – v.p. V. Amancebar-se

Amásio – s.m. Homem amancebado

ZINICES

 
Já foi feita a chamada para o II Anuário de Fanzines e Publicações Alternativas da Ugra. O I anuário, do ano passado, apresentou um expressivo panorama da cena independente nacional. Assim, é grande a expectativa pelo novo. E a empreitada deu tão certo que desta vez o anuário irá cobrir publicações não apenas brasileiras, mas da América do Sul!!!!!
Fanzineiros, participem! Maiores detalhes:  http://ugrapress.wordpress.com/


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E abaixo, duas vinhetas do Janela Poderosa, mostrando que Hollywood não sobrevive sem fanzines:



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Download Macabro


O programa Hora Macabra que foi ao ar pela Rádio Oceanica FM dia 29/07 está disponível para download. Vale muito a pena conferir essa destruição sonora impiedosa que ainda apresentou entrevista com o fotógrafo underground Maurício Porão:

http://www.4shared.com/audio/tqXQ9QMK/programa29_07_2011.html?

terça-feira, 2 de agosto de 2011

PHANTASMAGORIA






É muito bom quando antigos zines voltam à ativa com a mesma pegada dos primórdios. É o caso deste PHANTASMAGORIA, um real artefato focado na cultura obscura e movimento gótico.
Um detalhe bem interessante é que ele foi montado para passar a imagem de um zine das antigas. Assim, a fonte utilizada é similar a de uma máquina de escrever, e até o tipo de cópia, menos definido, remete aos saudosos fanzines do século passado.
Esta edição traz uma profunda e interessante compilação sobre as cerimônias fúnebres e cultos à morte das mais diversas civilizações ao longo da história, biografias de Edgar Allan Poe e Bela Lugosi, matéria sobre Arte Cemiterial, e textos clássicos de Álvares de Azevedo e Charles Baudelaire. Além de entrevista com o produtor cultural curitibano Pedro Machado. Destaque para a seção de divulgação, com colagem de vários flyers antigos, herança da época em que era intensa a troca destes através de cartas. A nostalgia sem dúvida é uma marca desta edição do Phantasmagoria, batendo fundo naqueles que já fanzinam há alguns anos.